SBTi 2.0: o Que Realmente Aperta e o Que é Só Flexibilização no Novo Padrão Net-Zero
A SBTi finalizou em junho a versão 2.0 do seu padrão net-zero corporativo prometendo mais rigor na implementação. Separamos o que de fato reduz margem de manobra do que é apenas flexibilização de linguagem — e por que o julgamento do verificador pesa tanto quanto o texto da norma.
O Futuro do ESG em 1-2 Anos: o Risco de Natureza Vira Obrigação de Fato Antes de Virar Lei
A TNFD mostra que a divulgação de risco à natureza dobrou em um ano; a ISSB vai propor, em outubro, uma orientação sobre o tema — mas escolheu não torná-la obrigatória. O que essa escolha revela sobre o horizonte de 1 a 2 anos do ESG.
O Que É EcoVadis? Como Funciona o Rating Que Virou Porta de Entrada na Cadeia de Suprimento
EcoVadis virou exigência de multinacionais na cadeia de suprimento — mas a nota mede documentação de processo, não impacto ambiental verificado no terreno. Entenda a metodologia P-A-R, o sistema de medalhas por percentil, e onde 150 mil avaliações já mostraram os limites do método.
Agosto de 2026 Foi o Mês Mais Quente Já Registrado — e o Risco Que Ele Revela Ainda Não Está no Preço
A Copernicus confirmou que agosto de 2026 empatou como o mês mais quente já registrado — mas isso não é o mesmo que romper o limite do Acordo de Paris. O que os dados de seguros e produtividade do trabalho, divulgados na mesma janela, já mostram sobre risco físico que o mercado ainda não precifica…
Giro Regulatório: o Paradoxo ESG do Brasil, o Zigue-Zague da Califórnia e a Espera do Reino Unido
Enquanto a CVM tornou voluntário o reporte de sustentabilidade das companhias abertas, Banco Central, Previc e Susep apertaram exigências ESG sobre bancos, fundos de pensão e seguradoras. Nos EUA, a Califórnia segue endurecendo suas próprias regras de clima em meio ao desmonte federal, e o Reino Unido ainda não decidiu a data que tornaria tudo…
Asseguração de Inventários de GEE: o Selo Que a CVM Manteve Quando Tornou Todo o Resto Voluntário
A CVM tornou opcional o relato de sustentabilidade das companhias abertas, mas preservou a exigência de asseguração externa para quem decidir reportar. A norma internacional por trás dessa verificação está sendo substituída — e nem toda asseguração muda de fato a confiabilidade do dado.
O Futuro do ESG em Duas Velocidades: China, Carvão e Renováveis na Próxima Década
A China pode bater sua meta de capacidade renovável para 2030 com até cinco anos de antecedência — e, no mesmo período, aprovou um recorde de novas usinas a carvão. O que essa aparente contradição revela sobre planejamento climático de longuíssimo prazo e cadeias de suprimento.
Climate Week NYC 2026: o mercado climático se reúne em Nova York na mesma semana em que Washington desmonta sua própria regulação
Enquanto mais de mil eventos discutem clima em Nova York, o governo dos EUA finalizou a revogação dos limites de emissão de termelétricas e tenta encerrar a exigência de divulgação climática da SEC. A divergência não elimina a exposição das empresas — ela a fragmenta.
Dupla Materialidade: o Que É e Onde a Maioria dos Relatórios Erra na Aplicação
Quem busca “o que é dupla materialidade” geralmente quer saber se isso ainda importa agora que a CVM tornou a divulgação climática voluntária no Brasil. A resposta é sim — mas o motivo, e o ponto onde a maioria dos relatórios falha, raramente aparecem nos guias genéricos sobre o tema.
Giro Regulatório: Dívida Verde da Natura, Desregulação nos EUA e a Disputa pelo Níquel Brasileiro
Nature bond da Natura, revogação de limites de emissão nos EUA, objeções formais da UE à venda de níquel brasileiro à China e o impasse do mercado de carbono: o que cinco notícias da semana mudam de fato para empresas.
Precificação Interna de Carbono: da Decisão de Investimento ao IFRS S2
Mais de 2 mil empresas no mundo dizem usar um preço interno de carbono, mas o IFRS S2 agora exige provar que esse número mudou alguma decisão real — não apenas declarar a intenção de usá-lo. Entenda a diferença entre precificar no papel e precificar na prática.
O Futuro do ESG em Mundo Fragmentado: o Que os Próximos 3 a 8 Anos Já Deixam Entrever
COP30 terminou sem um roteiro vinculante de saída dos combustíveis fósseis, e os próprios cenários de referência usados por bancos centrais já assumem um mundo climaticamente descoordenado. O que isso significa, de forma realista, para quem planeja estratégia empresarial no médio prazo.
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